Nas ruas, militância cresce e a hostilidade sai de cena

A campanha eleitoral do PT e dos partidos aliados está cada vez mais nas ruas e já dá para notar com muita clareza que o ânimo da militância cresce a cada dia e que a população sente isso, se interessa e presta mais atenção no que essa turma está dizendo. E como não se interessar pelo discurso de centenas de homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras que deixam de lado o descanso no fim de semana para ir às ruas defender a reeleição da presidenta Dilma Rousseff com tanto entusiasmo. E isso, podem ter certeza, se reflete nas intenções de voto.

A pesquisa Vox Populi divulgada ontem, por exemplo, mostra que as intenções de voto na presidenta Dilma subiram para 40%, contra 22% de Marina Silva, a candidata do vai e vem, que quer mexer na CLT. Aécio? Ah, esse está lá atrás, com 17%. No cálculo de votos válidos – que desconsidera indecisos, brancos e nulos – Dilma atinge 48,78%.

Durante comícios e panfletagens essa virada fica evidente. O povo está aderindo a onda vermelha, já percebeu que Dilma é sinônimo de avanços e conquistas; os outros, de retrocesso e perda de direitos. As pessoas  percebem a autenticidade de nossos militantes, sabem que o que dizem é a mais absoluta verdade . Não se vê “carregadores” de bandeiras. Somos gente que conhece o que defende e o faz por acreditar e por ter paixão.

No último sábado, estive na caminhada que a Dilma, o Alexandre Padilha, Suplicy e Fernando Haddad fizeram no largo 13 de Maio, em Santo Amaro. Como tantos outros companheiros, notei o entusiasmo dos milhares que por lá aparecerem (2 ou 3 mil, arrisco-me a dizer) e, com especial prazer, a receptividade de quem acompanhava a atividade da janelas, das sacadas e do interior das lojas. Aquela hostilidade que se poderia esperar de parte das pessoas, depois de anos e anos de propaganda negativa contra o PT e a presidenta, não apareceu.

Um detalhe que me chamou a atenção foi o próprio Largo 13 de Maio, que há mais ou menos 15 anos era um retrato da desigualdade social extrema e do desemprego. Onde antes havia multidões de camelôs, hoje há praças arborizadas muito bem cuidadas e um vibrante comércio. Na praça Floriano Peixoto, perto dali, um caprichoso e antigo coreto convive com o serviço de internet wi-fi gratuito e livre (sem senha), que faz a alegria de quem navega pelo celular. Para quem não sabe, isso é coisa de Haddad.

Depois do almoço, fui a uma caminhada em Taboão da Serra, cidade na zona sudoeste da região metropolitana de São Paulo. Manifestação pequena, com pouco militantes, mas que me transmitiu especial alegria. Num bairro de subidas e descidas íngremes e com maioria de residências de alvenaria sem acabamento externo, os jovens que fizeram a manifestação passaram aquele clima tão próprio ao PT, recheado de esperança e fé que tudo pode mudar mais. A manifestação foi organizada pelos candidatos a deputado estadual Wagner Waines e a federal professor Moreira.

Definitivamente, só o PT tem esse diferencial. Enquanto isso, Marina faz comícios esvaziados e sem ânimo ou rumo. Aécio, todos sabemos, paga para carregarem bandeiras e andarem ao lado dele.

Se continuarmos assim, venceremos essas eleições no primeiro turno.

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por vagnerfreitascut

Um comentário em “Nas ruas, militância cresce e a hostilidade sai de cena

  1. “O povo está aderindo a onda vermelha, já percebeu que Dilma é sinônimo de avanços e conquistas; os outros, de retrocesso e perda de direitos.”
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAJAHAHAHAHAHAHAHAHAHA que piada!

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