Preços indecentes do feijão afetam trabalhadores e brasileiros mais pobres

É um absurdo o governo deixar o preço do feijão subir estratosféricos 32%, em média, em apenas cinco meses – o DIEESE que encontrou variações de 10,1% a 36,8% de reajuste no preço do feijão em todas as capitais do Brasil e em Brasília – sem fazer absolutamente nada para conter esses aumentos.

Já tem trabalhador/a pagando até R$15,00 pelo quilo do feijão, que junto com o arroz e a carne são os produtos com maior peso na cesta básica, além de serem os alimentos preferidos na mesa dos brasileiros.

A alta do preço do feijão me preocupa muito, pois os trabalhadores e as trabalhadoras e os brasileiros mais pobres são os que mais sofrem com esses aumentos indecentes.

Sabe o que vai acontecer se nada for feito? Os/as trabalhadores/as e as famílias mais pobres vão comer menos ou simplesmente vão deixar de comprar feijão, um produto que contém fibras, ferro, zinco e outras proteínas, fundamentais para a saúde.

Para quem não lembra, o que ajudou o Brasil a sair do mapa da fome no mundo foi justamente o incentivo à produção de alimentos via agricultura familiar, que contribuiu para aumentar muito a produção e manteve os preços dos produtos acessíveis a todos.

Ao invés de ameaçar a agricultura familiar e diminuir a quantidade de alimentos na mesa dos brasileiros, o governo deveria aumentar os incentivos à produção de alimentos e até, se for preciso, importar feijão no curto prazo para baratear o preço do produto para a população.

 

 

 

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por vagnerfreitascut

Um comentário em “Preços indecentes do feijão afetam trabalhadores e brasileiros mais pobres

  1. Pingback: Novo presidente do BC não se preocupa com desemprego e recessão | BLOG DO VAGNER FREITAS

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