Salário mínimo registrou aumento real de 72,3% em dez anos

Nos últimos doze anos, mais de 50% da população melhorou de vida, passou a ser classe média.  O resultado da Política de Valorização do Salário Mínimo (SM) foi bem diferente do que apregoavam os neoliberais. Distribuiu renda, melhoria a qualidade de vida de mais de 40 milhões de brasileiros/as e não provocou nenhum pico inflacionário, como eles afirmavam que aconteceria. A política nasceu a partir de intensos debates sobre ‘como melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores de baixa renda’ nos encontros e plenárias da CUT. As demais centrais sindicais aderiram a proposta e participaram das negociações – com o ex-presidente Lula – e de todas as mobilizações para pressionar o Congresso Nacional a aprovar a proposta, que foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. Vencemos a direita, mas a batalha não acabou. Temos de garantir a manutenção da política que está sendo questionada pelos candidatos à sucessão presidencial Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Os argumentos que eles ou seus assessores econômicos usam são os mesmos que derrotamos no passado: aumentos reais provocam demissões devido a elevação dos custos como a mão de obra. No passado diziam também que os trabalhadores com baixa qualificação não seriam mais contratados porque sua produtividade não seria capaz de compensar o custo empresarial do SM. Outro argumento, já derrubado como prova a realidade, é o de que aumento real gera inflação. Economistas como Edmar Bacha e Armínio Fraga, tucanos ligados ao candidato tucano, já disseram claramente em entrevistas que é preciso rever (eufemismo para o verbo ‘acabar’) a política que garante aumentos reais. Segundo eles, o aumento do SM acima do ganho de produtividade da economia tem um potencial inflacionário. Parece que essa gente estava em outro planeta e não leu jornais. Não sabem que nos governos Lula e Dilma os aumentos reais não provocaram nenhum repique inflacionário. Não houve repasse total e o mercado interno ainda se fortaleceu com o aumento do poder de compra dos/das trabalhadores/as. Eduardo Campos (PSB) é outro candidato à sucessão presidencial que ignora a realidade econômica brasileira. Ele disse a um jornal de São Paulo que é “contra o ganho real do salário mínimo estar definido em lei”. A justificativa do rapaz é de que é preciso acabar com a indexação. Só uma pergunta, candidato: o senhor já pensou em acabar com a indexação dos contratos de aluguel, educação (escolas e universidades)  e saúde (planos de saúde)? A política de valorização que conquistamos recompõe salários historicamente defasados, aumenta a massa salarial e melhora a qualidade de vida da população como um todo. A presidenta Dilma já se comprometeu a mantê-la e é por essas e outras razões, que vamos reeleger Dilma para mais avanços, Vamos lutar contra qualquer tipo de retrocessos. Leia o texto do portal do governo com dados sobre o Salário Mínimo: http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2014/08/salario-minimo-teve-ganho-real-de-72-3-em-dez-anos-e-ajudou-a-reduzir-pobreza-no-pais Com FHC, o salário mínimo era de U$ 80. Com Lula e Dilma, o salário mínimo é de U$ 318. Contra fatos não há argumentos!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s