Com Temer, o que cresce é emprego informal

Mais da metade dos trabalhadores que voltaram ao mercado de trabalho não têm carteira assinada ou se viram por conta própria

Mais uma vez, o emprego sem carteira assinada, que deixa o trabalhador totalmente desprotegido, puxa a taxa de desemprego um pouco para baixo.

O número de desempregados no Brasil no trimestre encerrado em agosto caiu 4,8%, mas ainda atinge 13,1 milhões de pessoas, segundo o IBGE. Comparado ao mesmo período de 2016, o país tem no momento 1,1 milhão de pessoas a mais sem emprego – um aumento de 9,1%.

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por vagnerfreitascut

Não vote em quem acabou com direitos sociais e trabalhistas

Vamos limpar o Congresso Nacional e mandar pra casa essa turma reacionária que traiu a classe trabalhadora

Eu, como milhões de brasileiros, quero tirar de Brasília os deputados e senadores que traíram a classe trabalhadora votando pelo fim da CLT e da aposentadoria e o congelamento de gastos com saúde e educação.

Isso é possível, sim. Basta estarmos juntos, organizados, mobilizados e conscientes de que temos muito a fazer para não reeleger o pior Congresso Nacional da história do Brasil.

A CUT começou hoje a trabalhar mais fortemente nesta tarefa.

Iniciamos em Mogi das Cruzes a distribuição de material denunciando deputados/as e senadores/as que aprovaram projetos que tiram nossos direitos.

Eles serão expostos em todo o Estado de SP em fotos, memes, cartazes e um jornal impressos. O recado, como você pode conferir no site da CUT-SP é um só: NÃO VOTE EM QUEM TIROU SEUS DIREITOS.

Vamos aposentar essa quadrilha de trambiqueiros.

por vagnerfreitascut

Pinguela de Temer derruba arrecadação

Com Temer puxando o Brasil pra baixo, a arrecadação federal de julho foi a pior desde 2010, de acordo com a própria Receita Federal – totalizou R$ 109,94 bilhões – apesar do aumento de impostos.

Esse resultado é 0,34% menor do que o registrado no mesmo mês do ano passado, já descontada a inflação. E só não foi pior porque os royalties do petróleo seguraram a arrecadação.

Em entrevista a uma rádio golpista, o secretário da Receita disse que eles “precisam entender melhor o que aconteceu”.

Nós já sabemos o que aconteceu, senhor secretário.

O seu chefe, Temer, não tem política econômica, muito menos projeto de país, só quer se manter no poder e se livrar de aberturas de inquérito por corrupção, como quer a Procuradoria Geral da República. Por isso, ficamos todos reféns da recessão que vem se aprofundando e comendo nossos salários, nossos empregos, nossos futuros.

É justamente por causa dessa “ponte para o atraso” ou a “pinguela” de Temer que a economia brasileira está no buraco e que ele quer fazer grana vendendo o patrimônio brasileiro – nossas riquezas, nossas terras, empresas estatais estratégicas e importantes para a soberania nacional e para o desenvolvimentos com justiça e inclusão social do país, como a Eletrobras e o Pré-Sal.

Como sempre, o golpista ilegítimo diz que as privatizações vão gerar emprego. Mentira. Vão gerar é demissões em massa nas estatais.

por vagnerfreitascut

Distritão é estelionato eleitoral

O distritão, novo sistema eleitoral que deve ser votado esta semana no Congresso Nacional, nada mais é do que outro golpe brutal na democracia brasileira. Não é reforma política, é estelionato eleitoral, uma falcatrua que não podemos tolerar.

Se for aprovada do jeito que está sendo proposta pelo PMDB, PSDB e DEM, a nova regra beneficiará única e exclusivamente os atuais parlamentares, em especial os envolvidos em corrupção, alinhados com o capital, que votam sempre contra os interesses da classe trabalhadora. Aprovaram o fim da CLT e se preparam para aprovar o fim da aposentadoria e, por isso, têm medo das urnas, sabem que quem traiu o Brasil e a classe trabalhadora, aprovando arrocho trabalhista e social, não vai se reeleger de acordo com as regras em vigor.

Outro item polêmico que pode ser votado esta semana na Câmara dos Deputados é o financiamento público de campanhas.

A CUT não vai se furtar a esse debate. Sempre fomos contra o financiamento das campanhas por empresas. A própria composição do atual Congresso Nacional é uma prova de que, com o poder da grana, os empresários aumentaram os custos das campanhas de tal maneira que a maioria dos políticos eleitos é refém do poder econômico e não mandatário da vontade da população que os elegeu.

Que força tem o povo de influenciar o processo eleitoral quando o poder econômico impede que o cidadão comum, que nunca foi vereador, deputado ou senador, tenha a chance de sair vitorioso em um processo eleitoral?

Que chance tem esse mesmo cidadão de se eleger quando concorre com parlamentares conservadores bancados com a força da grana do poder econômico que patrocina candidatos comprometidos com suas pautas de retirada de direitos?

Para a CUT, a aprovação do financiamento público é a maneira mais adequada de aperfeiçoar a democracia representativa e fortalecer a democracia participativa.

Quanto ao sistema político, defendemos uma ampla reforma política e não uma reforma eleitoral. Para a CUT, só a reforma política é capaz de resolver  problemas, como a força do poder econômico nas eleições, o oportunismo e a sub-representação.

A Resolução do 12º Concut foi clara quanto à urgência de uma reforma política que “reconheça as desigualdades de oportunidades” e, também, a necessidade de “propor mecanismos que garantam a efetiva representação da classe trabalhadora e assegurem a equidade de gênero, raça e etnia” no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.

E é por uma reforma política que promova a equidade da representatividade de toda a população brasileira, comprometida com os interesses da classe trabalhadora e dos mais pobres, que a CUT vai organizar sua base, mobilizar, lutar, pressionar os deputados enviando e-mail e mensagens por celular para que não aprovem propostas como o distritão que vão contra os interesses da classe trabalhadora, dos brasileiros e do Brasil.

por vagnerfreitascut

Com Temer, subemprego dispara e atinge 5,8 milhões de trabalhadores

O total de trabalhadores subempregados aumentou para 11,5% – pulou de 5,2 milhões para 5,8 milhões – no 2º trimestre, segundo o IBGE.

E o total da força de trabalho subutilizada – que inclui desempregados, subempregados e a força de trabalho potencial (pessoas que não procuram empregos) – chegou a 26,3 milhões de pessoas no mesmo período.

Temer e os patrões devem estar felizes, eles queriam isso mesmo, tirar direitos e jogar a classe trabalhadora no subemprego, na miséria. Foi para isso que aprovaram o desmonte da CLT, que eles chamaram de reforma Trabalhista.

Os dados da tragédia brasileira, que constam da pesquisa ampliada da Pnad Contínua, divulgada nesta quinta-feira (17), é a maior comprovação de que o governo golpista e ilegítimo de Temer legalizou o “bico”. É o fim do contrato de trabalho formal, da carteira assinada, dos direitos.

E a triste ironia é que a comprovação do prejuízo para os trabalhadores que as reformas de Temer representam foi feita justamente por uma organização oficial do governo, o IBGE.

A pesquisa também trouxe dados sobre o desemprego, que hoje atinge 13,5 milhões de pessoas em todo o Brasil. O maior contingente de trabalhadores afetados pelo golpe vive na região Nordeste, onde 3,9 milhões estão desempregados.

Pernambuco é o Estado com a maior taxa de desemprego (18,8%). Em 2º lugar vem Alagoas (17,8%) e, em 3º lugar vem a Bahia, com 17,5%.

Do total de desempregados, 2,924 milhões de pessoas, pais e mães de famílias que dependem do emprego para sobreviver, estavam em busca de emprego há dois anos ou mais.

O percentual de pessoas que trabalham por conta própria no Norte (31,8%) e Nordeste (29,8%) é muito superior ao das demais Regiões do país. Mais uns meses e seremos todos trabalhadores informais se não nos mobilizarmos.

Com Temer, trabalhador só tem notícia ruim.

Com essa turma no governo não existe possibilidade de desenvolvimento sustentável, com distribuição de renda, justiça e inclusão social.

Eles só pensam em como aumentar os lucros dos empresários, muitos deles deputados e senadores que aprovam leis contra a classe trabalhadora e, óbvio, em benefício próprio e de sua turma.

Eles não pensam no país e muito menos em quem, com o seu trabalho, constrói as riquezas do Brasil.

Mais do que nunca é necessário que todas as categorias de trabalhadores se mobilizem para retomar os direitos que nos foram roubados, e lutar para manter e ampliar as nossas conquistas, mesmo que para isso tenhamos de renovar 100% deste Congresso Nacional cheio de reacionário e eleger um presidente comprometido com os interesses da classe trabalhadora.

 

 

por vagnerfreitascut

Aumento do rombo é resultado da política  desastrosa de Temer

Aumento do rombo para 159 bi é demonstração inequívoca da má-fé, incompetência e política econômica desastrosa do ilegítimo e golpista Temer.

O governo Temer deve anunciar o aumento da meta de déficit deste ano de 139 bi para 159 bi. A previsão para 2018 também é de um rombo maior nas contas públicas. Além disso, a equipe econômica está estudando limitar a R$ 5.000 o salário de ingresso na carreira do Executivo, congelar o aumento de salário de servidores no ano que vem e ainda cortar auxílio às famílias dos detentos.

O aumento do rombo é uma demonstração inequívoca da má-fé, incompetência e política econômica desastrosa do ilegítimo e golpista Temer. Ele assumiu dizendo que colocaria as contas do país em dia. Na época, meados de 2015, tínhamos desajustes pontuais na economia. Atualmente, o cenário é de profunda recessão. E Temer, agora fala que as contas serão equilibradas apenas em 2020.

Para equilibrar as contas é preciso crescimento econômico com investimentos públicos que alavanquem os investimentos privados, gerem emprego e, consequentemente, aumentem a arrecadação federal. Sem esses elementos não sairemos da crise.

As medidas que Temer enviou ao Congresso alegando que eram para conter os gastos e ajudar a reduzir o rombo nas contas só contribuíram para aumentar o caos econômico e social.

Ele mentiu para a população quando congelou os gastos em áreas como saúde e educação por 20 anos, sob a alegação de que tal medida era essencial para reduzir os custos públicos. Enquanto reduziu o tamanho do Estado e, principalmente as políticas públicas, gastou milhões de reais para se livrar de uma investigação por corrupção e se manter no cargo.

A política econômica de Temer é isso, um desastre. E quem está pagando o pato é a população em geral e a baixa renda com maior intensidade, enfim, é a classe trabalhadora.

O governo deveria criar mecanismos efetivos de retomada do crescimento e a ampliação da arrecadação entre os setores que menos pagam impostos no Brasil, como as grandes fortunas e a tributação sobre lucros e dividendos. Esses recursos devem ser utilizados para garantir a execução dos serviços públicos e para retomada dos investimentos e empregos e não para negociatas fisiológicas ou pagamento de juros da divida pública.

A mais importante alternativa para conter o rombo nas contas é a redução da taxa de juros, que contribui para reduzir a dívida pública e estimula a política industrial e agrícola de exportação. A frustração de receitas é decorrente de uma política de juros altos e cortes de investimentos, o que os economistas chamam de “austericídio. Mas, Temer parece não entender nada sobre isso.

Apostar em uma tributação justa onde ricos pagam mais e pobres pagam menos, em uma redução forte dos juros, que em termos reais, está estratosférico, em que se amplia o investimento publico alavancando os setores privados é a direção mais correta para resolver o rombo nas contas públicas.

 

por vagnerfreitascut

Recado a Temer: ampliar impostos para se manter no cargo é imoral

Com a desculpa de que precisava cobrir o rombo nos cofres, o governo Temer congelou os gastos públicos por 20 anos, inviabilizando serviços em áreas como saúde e educação. Na época, prometeu, em rede nacional, “colocar as contas do país em dia” e não aumentar tributos.

Enganou os brasileiros. Está descumprindo a promessa.

Nesta terça-feira (8) Temer anunciou a criação de uma nova alíquota de imposto de renda para pessoa física, que pode variar de 30% a 35% para salários acima de R$ 20 mil, além da tributação de lucros e dividendos, entre outras medidas, com o objetivo de aumentar a receita em 2018.

Motivo alegado: as contas do país devem fechar o ano com um resultado primário negativo de R$139 bilhões – valor que pode subir se a arrecadação não aumentar. Como o país continua mergulhado em uma profunda crise, não há luz no fim do túnel.

A CUT sempre defendeu a ampliação do número de faixas de imposto de renda para quem ganha mais e também defende ampliação da faixa de renda isenta de tributação, o que beneficiaria os mais pobres.

Para a CUT, a tabela de imposto de renda deve ser atualizada anualmente pela inflação. Mas, Temer não atualizou a tabela em 2017 nem mexeu na faixa de isenção, o que vem penalizando os trabalhadores com menores salários.

Nesse sentido, a CUT entende que as medidas de Temer têm mais o caráter de desespero de um governo incompetente e sem rumo, frente ao cenário nacional desastroso na economia e nas contas públicas.Desastre esse provocado pelo próprio governo golpista.

Para a CUT, Temer quer ampliar gastos de forma imoral em troca de favores para se manter no cargo a qualquer preço.
Ampliar impostos para esse fim é inaceitável.

Toda ampliação de recurso deve ser utilizada para garantir o crescimento econômico, geração de emprego e renda. O governo Temer privilegia pagar juros para os banqueiros em detrimento da saúde, educação, programa Bolsa Família, crédito para o pequeno agricultor, entre outros programas, que beneficiam o conjunto dos brasileiros.

 

por vagnerfreitascut

Para 57% dos brasileiros reforma Trabalhista de Temer é boa só para os patrões

Maior rejeição foi no Nordeste, onde o povo não acreditou na falácia de que o desmonte de Temer geraria empregos

Os argumentos do governo de que a reforma Trabalhista seria boa para os trabalhadores e geraria empregos não convenceu a população em nenhuma região do Brasil, independentemente do gênero, renda, escolaridade ou faixa etária.

Para 57% dos brasileiros, o desmonte da CLT só é bom para os patrões. Outros 72% afirmam que o desemprego vai aumentar e 14% que vai continuar como está, ou seja, batendo recordes negativos – de acordo com a última pesquisa do IBGE, já são mais de 13,5 milhões de desempregados no país.

De um universo de 1.999 entrevistados na última rodada da CUT-Vox Populi, apenas 3% consideram a reforma boa para os empregados. Outros 15% acham que não é boa para ninguém, 12% que é boa para ambos e 14% não souberam ou não quiseram responder.

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por vagnerfreitascut

Para 53% dos brasileiros, solução para o Brasil é Lula de novo, diz CUT/VOX Populi

CUT-Vox: Com 53% das intenções de voto, Lula ganha em todos os cenários no 2º turno em 2018

Lula, o melhor presidente que o Brasil já teve para 55% dos brasileiros, continua imbatível em 2018, apesar da perseguição implacável da turma de Curitiba.

A nova rodada da pesquisa CUT-Vox Populi, realizada entre os dias 29 e 31 de julho, mostra que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto para presidência da República no segundo turno nos quatro cenários pesquisados: contra Jair Bolsonaro (PEN-RJ) ou João Doria (PSDB-SP), Lula alcança 53% das intenções de voto; se os candidatos forem Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ou Marina Silva (Rede-AC), Lula bate ambos com 52% dos votos.

Nesses cenários imaginados pela pesquisa, Bolsonaro teria 17% dos votos. Já Alckmin, Doria e Marina alcançariam, no máximo, 15% do total de votos, cada um.

Aumenta intenção de voto espontânea em Lula

A intenção de voto espontânea em Lula também aumentou depois que o juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente, sem nenhuma prova, por crime de corrupção passiva no caso do tríplex do Guarujá. Em junho, antes da sentença, 40% dos entrevistados disseram que votariam no ex-presidente. No fim de julho, o percentual aumentou para 42%.

Para Marcos Coimbra, diretor do Instituto Vox Populi, vários dados pesquisa podem explicar porque Moro não acabou com as intenções de voto positivas no ex-presidente.

“Um deles, muito importante, é que, para 42% dos entrevistados, Moro não provou a culpa de Lula no caso do tríplex do Guarujá. Para 32%, Moro provou e, outros, 27% não souberam ou não quiseram responder”.

Outros candidatos

No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto.

Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.

Aécio Neves (PSDB-MG) zerou novamente, como havia zerado em junho, após as denúncias de corrupção feitas pela PGR – Procuradoria Geral da República.

Intenção de voto estimulada

No cenário em que a intenção de voto foi estimulada com Alckmin, o tucano atinge 6% das intenções de voto e Lula, 47%. Bolsonaro tem 13%, Marina, 7%, e Ciro, 3%.

Na estimulada com Doria, Lula tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro manteve os 13%, Marina subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes, com 4%.

“O pessimismo dos brasileiros com o momento econômico e político atual e o descrédito no governo Temer, aliados as lembranças de um passado recente de que a vida era melhor nos governos do PT, ajudam a explicar porque as intenções de voto no presidente Lula são as que mais crescem em todos os cenários da pesquisa”, analisa Coimbra.

Segundo ele, outros dados da pesquisa CUT-Vox, ajudam a entender essa tese. Um deles é o aumento de 49% para 55%, entre junho e julho deste ano, do percentual de entrevistados que apontam Lula como o melhor presidente que o Brasil já teve – o outro nome lembrado é o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), com 15%.

Além disso, 58% dos brasileiros consideram Lula um bom administrador, 65% dizem que ele é trabalhador e 61% afirmam que a vida melhorou nos 12 anos de governos do PT.

Já o presidente da CUT, Vagner Freitas, ressalta que o pessimismo dos brasileiros com o governo Temer vem aumentando rapidamente mês a mês por causa do desemprego recorde – mais de 13,5 milhões de trabalhadores estão desempregados – e das medidas de arrocho salarial, previdenciário e social.

Para Vagner, isso explica dados da pesquisa como os de que, com Temer, a vida piorou para 61% dos entrevistados – em junho o percentual era de 52%.

Aumentou também o pessimismo e a descrença quanto a capacidade de Temer de controlar a inflação – em junho, 62% achavam que a inflação ia aumentar. Em julho, esse percentual pulou para 75%. Cresceu também o percentual dos que acham que vai aumentar o desemprego no Brasil – de 68% em junho para 72% em julho.

“O povo quer votar em quem tem compromisso com a classe trabalhadora tanto para voltar a ter uma vida melhor, quanto para reverter as medidas que Temer tomou para acabar com a CLT e a aposentadoria, entre tantas outras desgraças desta gestão golpista”, conclui Vagner.

A pesquisa UT/Vox Populi, realizada nos dias 29 e 31 de julho, entrevistou 1999 pessoas com mais de 16 anos, em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.

A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

 

 

 

por vagnerfreitascut

Temer está destruindo o Brasil

Desemprego, aumento da fome e até empresário devolvendo aeroporto.

Isso é Temer!

Quem acreditou no discurso mentiroso dos golpistas de que bastava tirar a Dilma para o Brasil voltar a crescer, gerar emprego e renda, deve estar confuso com as últimas notícias sobre recessão prolongada, desemprego recorde, a volta do país ao Mapa da Fome, como diz Matéria do jornal The Guardian.

O golpe não era só tirar Dilma, era tirar direitos trabalhistas, reduzir programas sociais, voltar ao Brasil de antes de 2002, quando tudo era feito para beneficiar empresários e milionários. A gente cansou de avisar que o golpe era contra a classe trabalhadora e contra o Brasil. Muitos não acreditaram.

Agora estão caindo na real. Desde que o usurpador Temer assumiu a presidência da República, apoiado pelo PSDB de Aécio, Alckmin e Doria, a população não recebeu uma única notícia boa.

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por vagnerfreitascut